quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Ficadica:Mas e a autoestima? Boa pergunta!


O carnaval já passou a quarta-feira de cinzas também. Alguém aqui sabe me dizer o que vem depois do carnaval? Eu arriscaria em dizer a baixa autoestima. O tema é bastante pertinente na vida de muitos que lêem e acompanha este blog, porém o fato de vim aqui e falar da tal autoestima não é por acaso, alias nada é por um acaso, ou você pensa ao contrário? As minhas explicações para a escolha desse assunto são boas, pelo menos eu penso! Tudo porque estou assinando a revista vida e saúde! Alguém já ouviu falar? Ta certo que ela é da editora dos adventistas do sétimo dia, mas a record é da universal! Enfim, quero dizer com isso, ela não retrata somente religião, aliás, pouco fala de religião, cita apenas em matérias de cunho espiritual. A maior parte da revista aborda assuntos relacionados à saúde, beleza, qualidade de vida, comportamento, entre outros. Não é uma revista de auto-ajuda e muito menos científica, a folheá-la você nota o quanto é abrangente os assuntos, sempre em uma linguagem dinâmica e de fácil assimilação. Mas e auto-estima? Boa pergunta!

A auto-estima está relacionada ao nosso modo de viver e ver o mundo. Herdamos isso dos nossos pais quando ainda criança. Segundo os psicólogos, o que determina uma pessoa com baixa e auto-estima são os pais delas. Como? Eles são os grandes mediadores dos pensamentos desses indivíduos que um dia chegará à fase adulta. Como isso acontece? É muito simples, os pais muitas vezes ao corrigir os filhos por um mal feito, acaba ofendendo-os, por exemplo: chamá-los de mentirosos, quando os mesmos fazem algo que leva a pensar isso. Os psicólogos dão dicas para evitar tal transtorno, evitando principalmente de fazer comparações com o irmãozinho ou primo, pois segundo eles, as crianças se sentem inferiores as outras, o que pode transformá-las em jovens com baixa autoestima. 

Além disso, a revista dá dicas de como aumentar a sua autoestima em reportagens que mostram depoimento de pessoas que passaram por determinadas situações, ou até mesmo de como reverteu esse quadro, entre outras dicas para viver bem e com saúde, o que é mais importante! E por falar .... athimm!!! Saúde.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Eu me recuso!


Talvez essa fosse à expressão que mais compreende esse momento. Friederich Nietzsche me entenderia, alias não somente ele, o médico Austríaco Josef Breuer também. E foi com os pensamentos de Nietzsche que entendemos que nem Breuer e nem a gente mesmo escolhe os nossos caminhos, pois vivemos sempre na esteira dos outros. A nossa carreira, os nossos amigos, o nosso bem-estar, somos moldado a estes interesses. Por isso que a nossa genuinidade dorme sob o anestésico da sociedade, e as escolhas que deveria ser nossas, foram eles que nos apontaram os caminhos a seguir. No mesmo estante que Nietzsche encaminha Breuer para um exercício de auto consciência, nós também compreendemos que fomos induzidos por essa hipnose que agora se racionaliza sem ajuda de Freud. 

Mas como aceitar a idéia de alguém que passou a maior parte da vida deprimido, acossado por doenças do foro psiquiátrico acompanhadas de graves manifestações somáticas??? Foi assim que no livro Quando Nietzsche Chorou (Irvin D.Yalom) O autor nos convida para curar os males que assola a mente humana, pois tanto Nietzsche, quanto Breuer são seres humano-sociais. Nietzche por ter sido traído por Lou Salomé e Breuer por fazer fazer escolhas em virtude de alguém. Ambos esteve condenado a viver só com o seu mal. Longe do mundo e dos homens.

Assim retiramos dessa história fatídica que nossas escolhas são devido aos nossos posicionamentos, a tal importância que depositamos em algo como sobrevivência num mundo imperfeito. Talvez por entender isso, nós muitas vezes sabemos a cura de algum male, mas não desprendemos pois aquilo pode nos causar dor.  

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Minha infinita Highway


Existem momentos que marcam as nossas vidas, o primeiro beijo, o primeiro amor e a aprovação no vestibular do curso dos sonhos. Mas algo que marcou profundamente a minha vida foi viajar. A sensação que tenho, é que o mundo é tão mesquinho, e aquilo que parecia inalcançável agora é palpável demais. Eu gosto de viajar, porque em todas as minhas viagens descubro um “Vinicius” que até então não conhecia. Parece que o mundo me convida pra me conhecer e conhecê-lo também, e juntos quebramos paradigmas...
Quando estive em São Paulo, ano passado, percebi o quanto foi importante pra eu conhecer de perto aquela cidade.  Foi uma experiência única, pois novamente o que era vasto, tornou-se limitado aos meus olhos. Assim descobri que o meu mundo é composto por fragmentos que vão se encontrando geometricamente a cada instante.
Sabe aquele pensando infantil, de que tudo é imensurável, e parece que vai nos engolir? Pois é, antes eu achava o mundo um bicho de sete cabeças, hoje acho tudo óbvio demais. Nunca ganhei o mundo, e nem pretendo, mas eu quero me revelar em cada canto dele.
A vontade é sair por aí e me inventar na primeira esquina. Não que eu esteja perdido e eu nem sei quem sou, mas porque aprendi a respirar esse ar mundano e cosmopolita, é o meu oxigênio. Preciso conhecer culturas novas, aprender outros idiomas, essa é a minha missão aqui na terra. Talvez porque sempre soube que não sou daqui, não sou de ninguém, sou do mundo e o mundo é meu também.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Zamba!


O samba é um pedaço de minh' Africa, é a raíz nacional, identidade do nosso brasis!
A melodia de seus refrões são alicerce de suas rodas de negros baianos, que ao mesmo tempo são cariocas, maranhenses, mineiros e soteropaulistanos...

É o ritmo carnavalesco das mulatas e dos mestres de salas e porta bandeira.
Foi "Pelo telefone" que nas festas de tia Ciata ele nasceu, alegre...
Composto por vertentes que se perdem em números e tons.

Onde a bossa nova amena de Vinicius de Moraes, e o samba-jóia reconhecido por Vila Lobos, fez dele "pobre" milionário...
E no batuque qualquer, Carmen Miranda atravessou o oceano, e hoje é internacional...

Sua vida samba, seu amor samba, sua história samba...
Foi com Cartola que decidir amar, e no carnaval aprendi a sambar.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Oh! Minas Gerais


Ao chegar no noroeste de Minas Gerais me lembrei de Aécio Neves e da política do café com leite. Lembrei também que aquele estado surgiu da busca do ouro e pedra preciosas em meio a conflitos no qual consolidou a colonização daquela região. A partir daí que o fluxo migratório fez surgir suas cidades, que é o cenário ideal para a sua própria história. Quando falamos de Minas Gerais, não podemos deixar de mencionar os grandes marcos daquele lugar: A inconfidência Mineira, A revolução de 1930 e o golpe Militar de 1964, fora outras revoluções que foram arquitetados durante esse mesmo período.
Talvez por possuir o terceiro maior produto interno bruto (PIB) do país, superando apenas pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Minas Gerais tornou-se um dos estados mais importantes da república federativa. Sua cultura, sua gente, seus costumes nos faz entender o porque da frase: Minas Gerais, quem te conhece não esquece Jamais. Não é porque Minas tem o pão de queijo, nem o sotaque manso e interiorano que só os mineiros tem. Mas porque toda essa história contada nos remete a essa única imagem, inesquecível. E mesmo quando alguém ousa a dizer o porque disso tudo, não sabe falar por exemplo do seu surgimento.
Minas Gerais não és bela por causa das cidades e nem do seu povo, mas pela sua história! O ouro, depois o café, a indústrialização... A arte, do barroco ao rococó... E depois vem o pão de queijo e o famoso uai!
Ao falar de Minas Gerais, a sensação que tenho é uma lembrança tão boa, que me faz ver e passar a história daquele lugar aos meus olhos em forma de cidades, arte, literatura, música e costume. Onde a terra faz colo fértil e seu povo o charme e a cordialidade de uma cultura de ouro preto.