terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Grande Ditador


Sou poeta do acaso, poeta de mim mesmo, poeta das noites de insônia e da vida sem tino

Desperto no amanhecer das ilusões em busca de soluções que eu mesmo não sabia

Cada pedaço meu é uma poesia incompleta, um refrão sem rima, um soneto em linha reta

Quem me dera eu tivesse o poder de ser completo, talvez assim eu vivesse em paz;
Sem meus tormentos, minhas aflições e o medo de ganhar e perder

Uma dose de experiência, por favor!!! E deixe-me andar com minhas próprias pernas

Quero descobrir o que não sei, quero entender porque sou poeta, e se sou (...)


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Vinicius Paulino (24/08/2011)

Um comentário:

Ricardo Coimbra disse...

Quanto amor, quanto dom! Parabéns amigo. ;)